Rio Branco está entre as oito capitais brasileiras com situação fiscal confortável

Com nota 9,06, levantamento comprova ótima gestão da prefeita Socorro Neri

Sob o comando da professora Socorro Neri, a prefeitura de Rio Branco vem dando aula daquilo que falta no governo do Estado: gestão.

Segundo matéria assinada pelo jornalistas Bianca Lima e Luiz Guilherme Gerbelli, GloboNews e G1, Rio Branco está entre as oito capitais brasileiras que entram no segundo ano de mandato em situação fiscal confortável.

O quadro das finanças dos municípios foi detalhado pela primeira vez num estudo realizado pela consultoria Tendências.

Pelo levantamento, além de Rio Branco, as prefeituras dd Palmas, Boa Vista, Curitiba, Porto Velho, Vitória, Aracaju e Manaus são as que estão com as contas públicas mais ajustadas.

Esse é um fato que merece destaque, haja vista que a maioria dos prefeitos das capitais entrou no último ano dessa gestão com pouca margem de manobra nas contas públicas.

As prefeituras receberam notas de 0 a 10 com base em seis indicadores: endividamento; poupança corrente, liquidez, resultado primário, despesa com pessoal e encargos sociais e investimentos.

Cada item recebeu um peso diferente e, em seguida, foi feita uma média para cada.

Pelo levantamento, os municípios com boa capacidade fiscal precisam ter nota média igual ou acima de 6. Para ser considerado com muito boa capacidade, a nota tem de ultrapassar 8.

Rio Branco ficou com a nota 9,06, o que comprova a boa administração de Socorro Neri e o zelo com o dinheiro público,

Um levantamento similar, focado nas contas estaduais, mostrou que apenas sete governadores lidam com uma situação fiscal confortável. “Nos estados em que a situação fiscal é muito ruim, é normal que a capital também não esteja numa situação muito boa.”

A análise detalhada do levantamento mostra que os problemas dos municípios se concentram basicamente em dois eixos: no baixo gasto com investimento e na elevada despesa com pessoal.

A baixa capacidade de investimento afeta em cheio a vida do cidadão com a piora da provisão dos serviços públicos. O estudo da Tendências ainda mostra que apenas as prefeituras de Boa Vista e Manaus tiveram uma taxa de investimento superior a 10%.

“No caso dos municípios, uma parte importante dos investimentos depende (da ajuda) da União e dos estados. Se as prefeituras não estiverem com as suas finanças em ordem, fatalmente os investimentos vão ficar muito baixos”, afirma Klein.

E o quadro dos investimentos não deve mudar tão cedo, diante do peso que o gasto com pessoal vai continuar a exercer no orçamento dos municípios. Neste ano, por exemplo, os prefeitos vão ter de lidar com o aumento de 12,84% no piso nacional dos professores.

Veja a matéria completa https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/02/20/so-oito-prefeitos-de-capitais-chegam-ao-ultimo-ano-do-mandato-com-situacao-fiscal-confortavel.ghtml

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