PT, PSB, PCdoB, PSOL e PV fazem reunião para iniciar diálogo rumo às eleições de 2022

Encontro foi realizado no escritório do ex-governador Jorge Viana

Treze pessoas, representando cinco partidos, deram início à uma série de encontros políticos para definir os caminhos que serão seguidos nas eleições de 2022.

O encontro foi realizados no escritório de trabalho do ex-governador e ex-senador Jorge Viana e contou com dirigentes partidários do PT, PSB, PCdoB, PSOL e PV.

“A firme intenção é a construção de um novo polo político democrático/popular olhando para o futuro do Acre e do Brasil”, resumiu o deputado comunista Edvaldo Magalhães.

Jorge Viana destacou que, nos últimos dois meses, tem feito diversas reuniões com lideranças política e dirigentes partidários, a fim de, por meio do diálogo, encontrar alternativas para o Acre e o país.

“Não queremos criar expectativas. Foi o encontro de cinco partidos que estão muito preocupados com o caos que o Brasil vive hoje e com o descaminho do Acre, com falta de obras e investimentos do governo Gladson Cameli”, destacou Viana.

Na avaliação de Jorge Viana, foi um encontro com perspectiva histórica, mas é preciso ter a grandeza e a humildade para compreender que erros foram cometidos no passado e que os acertos podem estar para frente.

“Acho que a gente pode atender à uma expectativa que a população do Acre está tendo de ter líderes e pessoas que foram bons gestores, bem como partidos que têm compromisso com a democracia à frente da condução do Estado”, disse.

Jorge adiantou que todos os partidos presentes à reunião têm pensado nomes visando as eleições e, a partir do primeiro encontro, há espaço para aglutinar forças capazes de apresentar alternativas à candidaturas majoritárias que já estão colocadas no tabuleiro.

Falando pelo PT, o deputado federal Leo de Brito destacou que o propósito dos petistas é fazer um amplo arco de aliança visando a eleição de Lula à Presidência da República.

No Acre, segundo Léo de Brito, o nome de Jorge Viana está sendo colocado para disputar o Senado, deixando em aberto a discussão para o governo, sem destacar uma análise futura de uma candidatura a governador.

“Saiu todo mundo bastante animado, porque o desafio é enorme. Mas sabemos que é através da politica que a gente pode encontrar solução para essa falta de liderança que vive o Acre e o Brasil. Pelos erros, bem como a miséria que se aproxima, e, principalmente, a falta de perspectiva de desenvolvimento econômico, já que os governos do Estado não tem obras, investimentos e plano para a pandemia e o pós-pandemia”.

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