Profissionais em Saúde com contratos emergenciais ficarão sem empregos e plantões extras; crise no setor pode aumentar

Domingo à noite, a UPA do bairro Sobral estava lotada.

As pessoas esperavam por horas por um atendimento médico que não veio.

Em pleno fim de semana, não havia um médico na unidade.

Os médicos foram embora porque, segundo fonte do Portal do Rosas, ficaram sabendo que não iriam receber pelos plantões extras.

No pronto-socorro havia um médico para atender a dois setores essenciais: unidade de dor torácica e sala de emergência clínica.

Os profissionais contratados por meio de concurso emergencial terão os seus contratos encerrados no próximo dia 2 de maio.

Pelas regras seguidas até agora, trabalham num mês para receber os extras no mês seguinte.

Só que a partir de maio estarão desempregados. E não receberão os plantões extras.

Não foram nem informados de que não fariam jus aos plantões extras.

São técnicos em enfermagem, enfermeiros, bioquímicos, biomédicos e médicos.

Para tentar driblar o descontentamento, informaram na Secretaria de Saúde que os extras seriam pagos em verbas rescisórias. Mas os contratos são de apenas três meses, o que não lhes dá esse direito.

O atendimento, que está péssimo, pode piorar.

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