Prefeitos de Brasileia e Epitaciolândia divergem sobre o lockdown e geram confusão na fronteira

Na fronteira do Brasil com a Bolívia ficou escancarada a diferença entre um gestor que menospreza a ciência de uma gestora que respeita.

Em Brasileia, a prefeita petista Fernanda Hassem seguiu o decreto governamental e determinou que todas as atividades não essenciais fechem as portas neste fim de semana.

Do outro lado do rio, em Epitaciolândia, o tucano Sérgio Lopes, usando a prerrogativa concedida pelo Supremo Tribunal Federal, publicou decreto liberando tudo.

Fernanda Hassem resistiu à uma carreata de empresários negacionistas pressionando pela abertura do comércio na fronteira.

A prefeita tem motivo para se preocupar. A Covid-19 já matou seis funcionários municipais.

Além disso, há a entrada de bolivianos para fazer compras e vender alguns produtos típicos do país vizinho.

Sérgio Lopes deveria também ter preocupação. O seu vice-prefeito, Antônio Soares, está internado lutando pela vida contra a Covid.

O secretário de Obras, Antônio Pereira de Aquino, foi a óbito.

A situação na fronteira é tensa, em razão da discordância na forma de tratar o combate à propagação do coronavírus entre os prefeitos.

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