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    PIPIRA AZUL – Desrespeito, chá de cadeira, batida na mesa e tentativa agressão na Casa Civil

    Deputados  estaduais votam nos projetos de interesse do governo Gladson Cameli (Progressistas), mas isso não lhe garantem o respeito, atenção e o carinho de outrora.

    Alguns são tratados no coice ou no chicote.

    É aquela história: apoio comprado não é valorizado.

    Os casos de desrespeito e maus-tratos com os parlamentares são os mais diversos.

    Tomar o desrespeitoso “chá de cadeira” é praxe para quem procura a Secretaria de Governo e, principalmente, à Casa Civil.

    Há maioria dos casos não vem a público.

    Deputados, talvez por vergonha, preferem se lamuriar pelos cantos ou engolir o tratamento de choque a seco.

    As reclamações pululam contra o chefe da Casa Civil, Jonathan Donadoni.

    No fim do ano passado, o deputado Chico Viga foi fragorosamente despeitado, a ponto de abandonar o plenário numa votação super importante.

    Ontem, a Pipira Azul que ronda o Palácio Rio Branco presenciou uma semana que quase descamba para a violência física.

    A Pipira pediu para não revelar os nomes do deputado e da sua esposa, mas autorizou a contar a história presenciada por ela.

    Ontem à tarde, o deputado e a sua esposa tiveram uma reunião com Jonathan Donadoni.

    Primeiro tiveram que sentir o sabor amargo do “chá de cadeira” por hora.

    Durante a conversa, que se tornou tensa, Donadoni, segundo a Pipira, teria levantado a mão dando a impressão de que iria agredir à esposa do deputado.

    Não ouve a agressão.

    A mão do “italiano” se confrontou com a mesa. Foram três batidas capazes de assustar.

    E assustou.

    Em casa, a esposa do parlamentar não dormiu, estava assustada.

    Ainda deve estar sob os efeitos do susto.

    Ao conversar com políticos mais experientes, o parlamentar recebeu alguns conselhos.

    O primeiro é se reunir com a mesa diretora da Assembleia Legislativa e relatar o episódio.

    O segundo é conversar com a líder do governo, Michelle Melo, que, por ser mulher, saberia orientar o caminho.

    O terceiro seria a de tomar uma decisão politica e denunciar a tentativa de agressão no plenário e na imprensa.

    Ah, deputado gosta de cargo, mais do que formiga adora açúcar.

    Resta saber o caminho que irá tomar.

     

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    vale a leitura