Pelé e a sua banca resistem à tecnologia e continuam firmes desde 1972, no Centro de Rio Branco

Por Leonildo Rosas

Nasceu Antônio Augusto de Melo, em Rio Branco, há 68 anos.

O excesso de melanina e a paixão pelo futebol trouxeram outro nome.

Um apelido.

Uma marca.

Antônio Augusto virou Pelé nos campos de pelada.

Não tinha o talento de Edson Arantes do Nascimento, o Pelé original.

O Pelé que conquistou o mundo com as bolas nos pés, que fez mais de mil gols.

O Pelé que tornou-se o rei do futebol.

O Pelé acreano nunca foi considerado craque no futebol amador do Acre.

Jogou no modesto Andirá, time formado pela família Dantas. Teve como treinador Ariosto Miguéis.

E foi por influência de Miguéis que abraçou a profissão que diz amar desde 1972.

Quem passa pelo Centro da capital do Acre, na Praça Povos da Floresta, nem sempre percebe que ali está um símbolo de uma resistência: a Banca do Pelé.

A banca sobrevive com um estoque de livros e revistas nem sempre atualizados, com doações, mas é história.

Numa breve conversa com a nossa reportagem, Pelé contou sobre a sua vida e o amor pelo trabalho.

Revela ser avesso à onda tecnológica e das críticas.

“Se tecnologia ajudasse, as pessoas não andavam tão estressadas”.

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