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“Não faz sentido o governo tirar dinheiro de áreas essenciais e aumentar o orçamento da Casa Civil”, afirma Emerson Jarude

O deputado Emerson Jarude (Partido Novo) usou a tribuna durante a sessão ordinária desta quarta-feira (13), para abordar preocupação relacionada à votação da Lei Orçamentária Anual (LOA) para o ano de 2024. O parlamentar afirmou que não faz sentido o governo tirar dinheiro de áreas essenciais, e aumentar o orçamento da Casa Civil.

Jarude fez um apelo aos colegas que participarão das reuniões das comissões responsáveis pelo debate da LOA, destacando a falta de sentido em retirar recursos da segurança pública e do esporte, ao mesmo tempo em que o orçamento da Casa Civil é aumentado quase três vezes. O deputado expressou sua preferência por alocar mais recursos para áreas essenciais, afirmando que o gabinete civil já recebe mais do que deveria.

“Mais uma vez abrimos o Diário Oficial e vemos gastos com luxos desnecessários da Casa Civil. Hoje, foi divulgado um aditivo de R$ 450 mil para contrato de fretamento de aeronaves, também a contratação de empresas para locações na quantia de R$ 460 mil. Enquanto deputado, eu prefiro alocar mais verbas para a segurança e esporte e, obviamente, a população também escolheria isso”, afirmou.

Jarude ressaltou a falta de lógica em destinar mais dinheiro à Casa Civil, com um orçamento previsto para 2024 de R$ 14 milhões, do que para setores cruciais como inovação e tecnologia, que receberá apenas R$ 12 milhões.

Ao questionar como um estado pode prosperar com tais desigualdades orçamentárias, o deputado salientou a responsabilidade dos parlamentares em corrigir essas disparidades. Ele enfatizou que as reduções nos orçamentos não se justificam por uma crise financeira, pois estimativas indicam que o Acre terá um aumento de R$ 2 bilhões em 2024 em comparação a 2023.

“Que as pessoas saibam que todas essas modificações para menos, acontecerão não por questão de crise financeira, pois segundo estimativas, o Acre vai terá R$ 2 bilhões a mais em 2024, comparado a 2023. Acredito que a Aleac tem que chamar essa responsabilidade para si e fazer com que o governo tenha pelo menos um pouco mais de responsabilidade”, finalizou.

Texto: Andressa Oliveira

Foto: Sérgio Vale

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