Ministério Público é acionado para investigar e punir responsáveis por queimadas no Acre

Uma comissão formada por representantes de diversas entidades esteve reunida na manhã desta segunda, 2, com o procurador do Ministério Público do Acre Sammy Barbosa.

O grupo fez a entrega de um documento que requer que seja determinado ao órgão competente do MPAC que abra, imediatamente, inquérito civil para apurar e colher todos os dados da situação de catástrofe ambiental e de saúde pública que ocorre no Acre.

Os denunciantes entendem ser cabível o ajuizamento de Ação Civil Pública para obrigar os entes estatais a tomarem providências efetivas no sentido de cessar imediatamente os incêndios, bem como apurar e aplicar as respectivas sanções àqueles que vêm cometendo os crimes ambientais, especialmente as derrubadas e queimadas.

A comissão foi composta pela filha de Chico Mendes Ângela Mendes, do Comitê Chico Mendes, o advogado Gomercindo Rodrigues, Lenine Alencar da Federação de Teatro do Acre (FETAC), a bióloga Larissa Barbosa, o professor e educador Manoel Pacífico, do Instituto Ecumênico Fé e Política, e Toya Manchineri, coordenador da Coiab (Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira) e da Coica (Coordenadoria das Organizações Indígenas da Bacia Amazônica).

Na ocasião, Sammy Barbosa se pronunciou com uma narrativa em total sintonia com a argumentação exposta no documento e se comprometeu em encaminhá-lo para a Promotoria de Meio Ambiente.

Na quarta-feira, 4, está agendada para 10 horas uma reunião com a procuradora de Justiça Rita de Cássia Nogueira Lima, coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e Cultural e Habitação e Urbanismo (Caop/Maphu).

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