Medida Provisória pode acabar com jornais impressos

Sem desembolsar maiores recursos para publicar editais nos jornais impressos, o governador Gladson Cameli está levando os veículos à falência.

Há quase um ano a licitação para contratar a agência de publicidade para divulgar as ações do governo se arrasta sem que haja uma definição.

Mas não há nada que não possa ficar pior.

Se seguir o governo federal, o governo Cameli pode decretar a falência da mídia impressa no Acre.

Depois de desobrigar empresas de publicarem seus balanços em jornais de grande circulação no País, o presidente Jair Bolsonaro resolveu eliminar também a exigência legal da divulgação de editais de concursos, licitações e leilões públicos em jornais diários.

Bolsonaro havia insinuado no início de agosto que tomaria a decisão, formalizada na Medida Provisória 896/2019, publicada nesta segunda-feira, 9, no Diário Oficial da União (DOU).

Com essa decisão federal, os proprietários de jornais terão que se reinventar, caso queiram continuar com as máquinas funcionando.

No Acre, a maioria resistiu a se modernizar, investindo em veículos alternativos de comunicação.

O preço a ser pago será caro para o empresariado e profissionais de imprensa. Mas barato para o governo.

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