Manutenção de Ribamar Trindade confirma fama de Gladson Cameli como governador pipoqueiro

No jargão popular, pipoqueiro é aquele sujeito que promete muito, que diz ser capaz de muitas coisas, tira onda e bota banca, mas na hora do vamos ver, não é capaz de coisa nenhuma, só fica estourando.

Essa definição também serve para ser usada no mundo da política.

O Acre é governado, desde janeiro de 2019, por um rapaz que se encaixar perfeitamente na definição de pipoqueiro.

Gladson Cameli gosta de determinar com as mesma facilidade que volta atrás da determinação.

Diz que é capaz de realizar muita coisa, mas pouco realiza. Já foi dito que a sua palavra é um risco na água

A fama de pipoqueiro ficou mais evidente no episódio da anunciada exoneração do advogado Ribamar Trindade do comando da Casa Civil.

Essa é uma crise que teve início no fim do ano passado. Segundo fonte palaciana, falta diálogo e confiança entre Cameli e Trindade, o que é inadmissível.

Após muito pula-pula de milho no governo, Trindade decidiu ficar. Mas não foi fácil. Terça-feira, secretários como Silvânia Pinheiro (Comunicação) e Alysson Bestene (Saúde) foram visto pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Pinheiro e Bestene são de extrema confiança de Cameli. Trindade era assessor do conselheiro Antonio Malheiro, apontado como iminência parda da administração estadual.

Comendo pipoca, o pipoqueiro Gladson Cameli declarou que Trindade poderia permanecer no comando da Casa Civil. Há quem garanta que houve interferência de Manaus.

Por enquanto, a República do TCE continua firme, mas será que aguentará o tanto de coisas que ainda irão pipocar?

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