Governo Gladson Cameli chega aos 1.000 dias sem nada para mostrar

Empresas do Amazonas têm muito o que comemorar

O tempo passa, o tempo voa…

 

A frase acima ficou muito conhecida quando um simpático senhor aparecia na tela da TV fazendo a propaganda do falecido banco Bamerindus.

 

Falar sobre o tempo é relevante porque nesta data completa 1.000 dias do governo Gladson Cameli (Progressistas).

 

Em nível nacional, há uma grande movimentação para vender um presidente que só cai na preferência do eleitorado nacional.

 

Dentre as “realizações” do governo Jair Bolsonaro serão inaugurados 10 quilômetros de estrada na Bahia. O que é uma vergonha.

 

Não cabe centrar o texto no governo federal, haja vista que a imprensa nacional se encarrega de cumprir essa tarefa.

 

O importante é avaliar os 1.000 mil da administração Gladson Cameli.

 

Faltando pouco mais de um ano para a nova eleição, o que realmente o governador fez para tentar renovar o mandato?

 

Gladson Cameli venceu as eleições de 2018 no primeiro turno. Tomou posse carregando a esperança das mudanças prometidas em palanque. Mas será que cumpriu o que prometeu?

 

Olhando para o retrovisor da história é factível que Cameli fez muitas coisas, menos governar como o povo do Acre quer e merece.

 

Logo que sentou na cadeira governamental, Gladson Cameli esmerou-se em culpar o governo anterior por tudo o que a sua administração não fez. Declarou, reiteradas vezes, que herdou um Estado à beira da falência, o que é uma deslavada inverdade.

 

Não há como esconder que o governo que antecedeu o atual deixou metade do décimo terceiro salário atrasado da metade dos servidores públicos.

 

Essa foi a única dívida herdada. As demais são dívidas do Estado, coisa que qualquer governante irá deixar, inclusive Cameli.

 

Se teve que pagar a metade do  décimo terceiro, Gladson Cameli herdou mais de R$ 1 bilhão de reais em caixa para realizar obras, o que não fez até agora.

 

No 1.000 dias de Gladson Cameli o que se vê é que o governo virou uma usina geradora de crises políticas e administrativas.

 

Desde o dia  1º de janeiro de 2019, o que serviu no Acre é o retrocesso em todos os segmentos. O governador e o vice-governador, por exemplo, não se falam, o que é absurdo.

 

Se houve retrocesso na Educação, Saúde, Segurança Pública, Assistência Social e em todos os demais segmentos, foi registrado um aumento exponencial  de corrupção.

 

Os casos de malversação são tão escandalosos, que operações de policiais viraram rotina e o até o vice-governador é um dos principais denunciantes.

 

Sem ter governado até agora, Gladson Cameli quer renovar o mandato. Diz que não precisa da política, mas já se lançou candidato à reeleição. Como trunfo,  renova as promessas e afere dividendos dos efeitos provocados pela Covid-19.

 

Sim, o vírus que ceifou as vidas de milhares de brasileiros e de quase dois mil acreanos protegeu o desastre administrativo de Gladson Cameli.

 

Efetivamente, o governador não fez nada para proteger o acreano do vírus. Prometeu mais de um milhão de doses de vacinas, mas não trouxe uma sequer.

 

Gladson Cameli é bravateiro, tem um jeito fácil da faltar com a verdade e carregar o dom de iludir. Só que essa fórmula um dia se esgota.

 

Mil dias de um governo sem obras, sem projeto e sem vergonha de continuar iludindo.

 

Não há o que comemorar, exceto as empresas do Amazonas, que ganharam e continuam ganhando muito dinheiro dos cofres públicos do Acre.

 

Mil dias em que o Acre vive no deserto e na ausência de alguém capaz de abri-lo ao desenvolvimento.

 

O tempo passa, o tempo voa…

 

 

 

 

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