Governo do Acre prepara licitação de R$ 120 milhões para manutenção de prédios públicos

Empresa do Amazonas tem tudo para abocanhar mais essa


Na surdina, sem muito barulho, o governo Gladson Cameli prepara um Pregão Presencial para realizar a contratação de empresa para, sob demanda, executar os serviços comuns de manutenção preventiva, corretiva e adequações necessárias nas edificações, espaços públicos.


Em edital publicado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra) também está previsto o fornecimento de mão-de-obra, peças, acessórios, ferramentas, equipamentos, materiais de consumo e materiais de reposição imediata.


Sem maiores explicacões, a licitação foi suspensa em duas oportunidades.


Nos bastidores do governo e no meio empresarial, comenta-se que é quase certo que a empresa vencedora caminha para ser a amazonense Construlagos – Construtura e Empreendimentos, com sede em Manaus.


Essa empresa é fregueza do governo, onde vem ganhando muito dinheiro e fazendo os serviços sem o devido processo licitatório.


Recentemente, sem detalhes explícitos, o secretário da Seinfra, Cirleudo Alencar, viajou à capital amazonense. A agenda não foi divulgada.


Os serviços que o governo pretende contratar são semelhantes aos executados pela Murano, empresa importada do Distrito Federal pela gestão Gladson Cameli, que papou a maioria das obras no início do mandato.


A Murano chegou ao Acre por meio da adesão de uma ata superior a R$ 50 milhões, do Instituto Federal de Educação de Ceres, em Goiás.

Os esquemas da Murano vieram a público por meio deste Portal.


Mesmo sem a devida previsão em edital, o governo do Estado executou até serviço de pavimentação asfáltica em rodovias.


Provavelmente para se precaver dores de cabeça futuras, no edital do govero do Acre há a previsão para esse tipo de serviço.


No início do mandato, Cameli declarou que iria executar bilhões em obras. Caminhando para o fim do governo, depois de acordo com a Federação das Indústrias do Acre, criou uma programa para investir R$ 20 milhões em pequenas obras.


Esses R$ 20 milhões são seis vezes menores do que os R$ 120 milhões que podem ir para o Amazonas.

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