Gladson volta a brincar com a verdade: Vacina para Educação e Segurança Pública é prioridade em sete estados e no Distrito Federal

Realmente, falar a verdade não é o forte de Gladson Cameli.

Após dar passeio em Brasília, o governador do Acre retornou dizendo que pediu ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que os profissionais em Educação e da Segurança Pública sejam considerados prioritários na vacinação contra a Covid-19.

Será que precisava disso?

A impressão que fica é que Cameli, como é de praxe, quer surfar na onda alheia.

Ao menos sete estados brasileiros e o Distrito Federal já inseriram essas categorias nas prioridades.

Já foram divulgadas as datas para vacinação destes profissionais no Pará (28 de março), Amazonas (28 de março), Goiás (29 de março), São Paulo (5 de abril) e Espírito Santo (15 de abril).

Aqui ao lado, em Rondônia, e no Rio de Janeiro as doses devem ser aplicadas em abril, mas ainda não há data definida. No Distrito Federal, policiais podem ser vacinados com sobras das vacinas que já estão sendo aplicadas. 

No Acre não está acontecendo por um motivos simples: não há vacina, embora o governador tenha anunciado a compra do imunizante em diversas oportunidades.

Ontem, o Consórcio Nordeste, que inclui todos os estados da região, pediu ao Ministério da Saúde para que policiais e professores sejam grupos prioritários no Plano Nacional de Imunização (PNI).

Os governadores que compõem o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal, que tem o comunista Flávio Dino, do Maranhão, como presidente, fez o mesmo pedido.

O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) defendeu que essas categorias sejam privilegiadas no combate à pandemia. 

“Defenderei a vacinação o mais brevemente possível na inclusão de prioridades das forças de segurança pública no Brasil para que sejam mais rapidamente vacinadas. E, igualmente, os profissionais da educação, os professores, que precisam ser vacinados porque precisamos de uma previsão de retomada do ensino do Brasil”, disse Pacheco nesta terça-feira, em entrevista coletiva. 

O que está acontecendo – isso o governador não diz – é uma grande articulação nacional para que essas categorias sejam inseridas. O papel e a importância que Gladson Cameli tem para que isso ocorra é o mesmo que ele tem na política nacional: nenhum.

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