Gladson, o governador que prometeu vacina, se contenta em oferecer máscara

A máscara de bom gestor, literalmente, caiu.

Gladson Cameli começou o ano prometendo vacina para os acreanos.

Disse que tinha R$ 113 milhões para comprar o imunizante.

Foi a São Paulo propagandeado que compraria um milhão de doses da vacina CoronaVac.

Não trouxe uma agulha ou seringa da terra da garoa.

Semana passada, o governador voltou a blefar.

A sua impren$a amiga anunciou que ele compraria dois milhões de doses da vacina russa Sputnik V.

Quem adquiriu 37 milhões de doses foi o Consórcio de Governadores do Nordeste.

Dois milhões de doses é a previsão da primeira entrega para o consórcio.

Dado a ocultar não falar a verdade, o governo faz propaganda dizendo que o Acre tem a maior campanha de vacinação da história.

Brincando com coisa séria, Gladson manda mensagem por meio de ridículas camisetas.

Tão-logo o Ministério da Saúde mandou as primeiras doses, Cameli e os seus asseclas passaram a usar uma camiseta com a seguinte frase: vacina#medêqueeutomo.

Pouco tomara porque não tem a vacina prometida.

Com a situação caótica no sistema de saúde, o governador brincalhão mudou a mensagem, que agora é: “Aceita uma máscara?”.

O povo aceita a máscara, mas prefere mesmo é a vacina que o senhor prometeu, mas não entregou, governador!

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