Gladson Cameli utiliza a conversa de bêbado para delegado e vai enrolando a população com histórias carentes de verdade

Gladson Cameli declarou ao site  ContilNet  que as pessoas lhe tacham de “cachaceiro” e não ser dado a honrar com a palavra empenhada.

“Já nem esquento mais porque me convenci do que sou”, teria dito.

Ninguém adquire fama à toa.

Pessoas próximas a Cameli juram de pés juntos que ele moderou na bebida alcoólica. Há quem diga, inclusive, que até teria parado.

Pode ser verdade.

Mas o governador, quando era deputado federal, foi flagrado no álcool zero, em Brasília. O fato ganhou repercussão nacional e ele teve o seu direito de dirigir cassado por doze meses.

Quanto ao não cumprir a palavra empenhada, isso é factível.

Diversas pessoas verbalizam que a palavra do governador tem o mesmo valor de um risco na água.

“Será que não cumpro mesmo o que falo? Tenho um defeito que também é qualidade: quero agradar todo mundo. O fato é que eu cumpro o que falo”, declarou.

Não é lenda a facilidade que o governador tem para esquecer o que promete.

Para comprovar, basta acessar ao Portal G1. Das 68 promessas feitas, Gladson teria cumprido apenas 10.

Os moradores de Sena Madureira e Xapuri, até hoje, esperam pelo inicio das construção das pontes prometidas nos municípios.

Empresários da construção desistiram de aguardar pelos milhões prometidos em obras, parecem ter se contentado com as migalhas.

Gladson Cameli prometeu melhorar a Saúde, a Educação e a Segurança Pública. Alguém viu essa melhoras.

Cadê o Acre aberto para o desenvolvimento?

Por onde anda a valorização dos servidores públicos.

Passados quase três anos de mandato, o governador continua com a patranha de que precisou organizar as finanças do Estado, convocar concursados da gestão passada e pagar verbas rescisórias atrasadas.

Não é verdade.

Somente para obras, o governador herdou R$ 1,3 bilhão em caixa.

Convocação de concursados foi uma promessa que fez e, até hoje, não cumpriu.

Pagamento de verbas rescisória é obrigação. Mesmo assim, somente alguns apadrinhados estão conseguindo pôr a mão no dinheiro.

É fato que o governo anterior deixou metade da metade dos servidores públicos sem receber o décimo terceiro salário.

Mas a finanças do Acre estavam com nota B, concedida pela Secretaria do Tesouro Nacional.

Agindo como o personagem Rolando Lero, Gladson Cameli, sem falar a verdade, vai enrolado a população com a conversa de bêbado para delegado.

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