Gehlen Diniz volta à liderança espatifando ainda mais a base e com comportamento de líder da oposição

Gehlen Diniz (PP) voltou para a função de líder do governo pior do que quando saiu e foi trocado por José Luiz Tchê (PDT).


No seu primeiro discurso na liderança mostrou-se um excelente líder da oposição.

Logo ficou claro que não será dessa forma que conseguirá juntar os cacos de uma base esfacelada.

Foi desastroso quando quando gritou que os deputados foram enganados por Tchê.

Mexeu num vespeiro, pois houve muitas falas desmentindo.

E o pior: acabou criando problemas com Nicolau Júnior, presidente do poder, e Luiz Gonzaga, primeiro-secretário, que testemunharam a conversa no dia da votação.


Nitidamente o progressista age pelo rancor.
Rancoroso, não poupou Tchê, como se fizesse algum tipo de revanche.


Liderança, numa casa legislativa, se consolida pelo diálogo amplo, pelo cumprimento da palavra empenhada e pelo respeito ao contraditório. Sem esses predicados, o fracasso é certo.


Parece que Gehlen Diniz não aprendeu a lição. O seu estilo de liderar desagregou. Raro era o deputado que queria sentar consigo. E parece que agora não será diferente.


Ficou a impressão de que retornou ainda mais apavonado. Como se lhe você prometido que todas as nomeações para contemplar deputados passarão pelo seu crivo.


Esquece-se que a caneta não é dele.


Tem amnésia ao desconsiderar a instabilidade emocional do governador Gladson Cameli, que não costuma sustentar em pé o que disse sentado, ou vice-versa.


O governo está com nove meses. É o tempo de uma gestação. Até agora só conseguiu parir escândalos sob escândalos. Ainda terá várias matérias para ser aprovadas na Aleac. Com um líder desses, é melhor se preparar para amargar novas derrotas.

Foto: Sérgio Vale.

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