Fim do convênio com o Santa Juliana põe vidas em risco, mais de 40% dos partos são feitos no hospital

Torcedor do Real Madri, o bispo dom Joaquin Pertiñez vive momentos mais tensos do que os vividos antes de um clássico contra o Barcelona.

Quase sempre comedido, o religioso anunciou o risco de acontecer o fim do convênio do governo do Estado com a Diocese, que é responsável pelo Hospital Santa Juliana.

Estão brincando com as vidas de inocentes.

É difícil acreditar que a administração estadual seguirá esse caminho.

Trata-se de um fato gravíssimo.

O Estado não tem capacidade instalada para atender a todas as grávidas da capital.

Para se ter noção do quanto é grave, o Santa Juliana atende de 40% a 45% de toda a demanda dos partos ocorridos em Rio Branco.

A verdade é que o estado tem certa dependência com relação ao déficit de leito, por isso é obrigado a comprar os serviços.

Para especialistas ouvidos pelo Portal do Rosas, é praticamente impossível as coisas funcionarem sem o convênio.

“O governo precisa entender a importância do Santa Juliana como um dos equipamentos que oferecem alguns serviços que são complementares dos ofertados pelo Estado”, explicou um ex-gestor da Saúde estadual, que pediu o sigilo da fonte.

Recentemente, a direção da Prontoclinica anunciou que também irá operar como maternidade.

A Prontoclinica é dirigida pelo médico e ex-vereador Carlos Beiruth.

Beiruth é aliado do atual governo e é visto como frequência pelas bandas da Secretaria de Estado de Saúde.

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