Exemplo a ser seguido: Estados e municípios investem em projetos para gerar a própria energia em prédios públicos

Uma boa ideia para economizar recursos públicos vem sendo implementada em diversos estados e municípios brasileiros.

Reportagem do Estadão informa que, com a conta de luz cara, governos de estados e prefeituras resolveram investir em geração própria de energia.

No Acre, no atual governo, é pouco provável que isso venha acontecer.

Reiteradas vezes, o governador Gladson Cameli manifestou-se na defesa dos interesses da Energia.

A postura do governador é explicada, pois sua família tem negócios milionários no ramo de fornecimento de energia no interior do Amazonas.

A família da Cameli também é proprietária de uma mini usina no Mato Grosso. Veja matéria pública neste Portal aqui.

Segundo a reportagem, levantamento da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base mostra que pelo menos 11 Estados e 5 capitais estudam ou já implementam projetos para atender prédios públicos.

“Diante do aumento da conta de luz e da busca por iniciativas sustentáveis, o movimento reforça uma tendência observada também nas residências, que intensificaram as buscas por painéis solares neste ano”, explica a matéria.

Ainda de acordo com a reportagem, a proliferação dos projetos também acontece num contexto de ‘corrida’ por benefícios, uma vez que subsídios para fontes renováveis e geração distribuída passam por um momento de estreitamento. Por lei que entrou em vigor neste ano, subsídios criados para incentivar o desenvolvimento das fontes renováveis serão enxugados a partir de março de 2022. Em relação à geração distribuída, o Congresso discute atualmente um projeto que estanca o crescimento de benesses para quem produz a própria energia.

“As iniciativas nos Estados e capitais devem envolver pelo menos R$ 1 bilhão em investimentos. O número tem potencial de ser muito maior, já que apenas sete gestões informaram os recursos previstos nos projetos”.

Projetos de geração de energia para consumo próprio nos Estados

  • Maranhão: Miniusinas de energia solar para atender a administração pública do Estado
  • Paraíba: Sistemas de geração de energia solar para atender prédios públicos estaduais; investimento previsto de R$ 150 milhões
  • Pernambuco: Geração de energia limpa para atender unidades da administração estadual; investimento previsto de R$ 182 milhões
  • Piauí: Implantação de oito miniusinas para atender instalações prediais do Estado; investimento previsto de R$ 223 milhões
  • Pará: Cinco usinas solares de 1 MWp cada para abastecer o consumo de escolas estaduais
  • Tocantins: Projetos para atender setores públicos específicos até que chegue ao atendimento total das estruturas governamentais
  • Espírito Santo: Miniusinas solares para atendimento da demanda de energia dos órgãos da administração direta do Estado
  • Rio de Janeiro: Sistema de geração de energia distribuída para prédios das escolas públicas e das unidades administrativas da Secretaria de Estado de Educação
  • Mato Grosso do Sul: Centrais de energia solar para atender a demanda energética das estruturas físicas da administração pública
  • Alagoas: Parque fotovoltaico para atender cerca de 18% da demanda elétrica de média e alta tensão da Companhia de Saneamento de Alagoas; investimento previsto de R$ 60 milhões
  • Ceará: Sistema de geração de energia elétrica fotovoltaica para unidades consumidoras da Companhia de Água e Esgoto do Ceará e da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos

Projetos de geração de energia para consumo próprio em capitais

  • Recife: Painéis solares para fornecer energia a escolas e UBSs da prefeitura do Recife
  • Rio: Usina solar para abastecimento dos veículos elétricos da frota da Comlurb; investimento previsto de R$ 25 milhões
  • Fortaleza: Geração de energia para unidades vinculadas à Secretaria Municipal de Educação; investimento previsto de R$ 182,4 milhões
  • São Paulo: Três projetos para atender demanda energética de unidades consumidoras vinculadas à secretarias municipais de Saúde e Educação e de edifícios municipais; investimento previsto de R$ 196 milhões
  • Porto Alegre: Centrais Fotovoltaicas para demanda energética da administração pública.

Veja a matéria completa aqui.

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