Estudo aponta que mais de 600 pessoas morreram de hepatite no Acre em período de 17 anos

Por Marcelo Torres

O Ministério da Saúde (MS) divulgou esta semana que, entre os anos de 2000 e 2017, 667 pessoas morreram vítimas de hepatite no Acre.

Esse número é ainda maior quando a causa da morte foi hepatite associada a outros fatores, chegando há 960 óbitos em decorrência da doença.

Cerca de 15 mil casos de hepatites virais foram registrados no Acre entre 2000 a 2018. O maior foi do tipo B, com 8.069, em seguida a do tipo A, com 4.571, a hepatite C, com 1.701 e D com 1.013 casos.

De acordo com dados da Divisão de Infecções Sexualmente Transmissíveis (DISTs), mais de 10 mil pacientes fazem tratamento contra algum tipo de hepatite em todo o estado do Acre.

O levantamento mostra ainda que a hepatite C foi a maior responsável do maior número de mortes durante os 17 anos, sendo a causa básica da morte de 293 pessoas e a causa associada em outras 145 mortes, totalizando 438 ocorrências nesse período.

A hepatite B também causou um número elevado de óbitos no período analisado pelo Ministério da Saúde.

Segundo os dados, a doença foi a única responsável pela morte de 274 pessoas e, associada a outros fatores, chegou a matar 380 pacientes.

As hepatites virais dos tipos A e D foram as que causaram um número menor de mortes no estado dentro do período. Enquanto a do tipo D foi única responsável por 80 mortes e a causa associada de 119 mortes. A hepatite A foi a única causa de 20 óbitos e a razão associada da morte de três pessoas.

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