Há muito tempo, o sindicalista Adailton Cruz vem ameaçando levar os trabalhadores em Saúde à uma greve geral. A partir de hoje ele terá oportunidade de mostrar a sua estatura sindical.

Sobram motivos

Sobram motivos para os trabalhadores em Saúde paralisarem as suas atividades. São os mais variados. Resta saber se terão coragem para cruzar os braços.

Alvo errado

Os trabalhadores em Saúde podem até bater pesado na secretária Mônica Kanaan. Têm motivo para tal. Mas o alvo certo se chama Gladson Cameli. Foi ele quem foi buscar a médica em Brasília.

Sim senhor e não senhor

Foi Gladson Cameli quem também chancelou as nomeações de militares para postos na Saúde. Militar acha que as pessoas só podem dizer sim senhor ou não senhor. Que o subordinado só tem o direito de não ter direito.

Arranjo no gabinete

Gladson Cameli não aguentou o choque grande entre então chefe de Gabinete, Rosângela Pequeno, e o coordenador de Gabinete, Ricardo Franca. Foi para o arranjo.

Homem da igreja

Como alternativa para benzer o ambiente, Cameli mandou França de volta à Brasilia e colocou Pequeno na coordenação. Para chefia de Gabinete nomeou o jornalista quase padre Rutemberg Crispim.

Força de Alysson

A nomeação de Crispim conta com todas as digitais do secretário de Articulação Política, Alysson Bestene. A dupla faz parte de grupos da igreja católica.

Delegado enrolado

Se há alguém da Segurança Pública que gosta de estar metido em confusão, esse alguém é o delegado Rêmulo Diniz. No início do governo, quando exercia o cargo de secretário de Polícia Civil, ele foi afastado das suas funções sob a acusação de está envolvido com uma organização criminosa.

Apropriação indébita

A nova acusação contra Rêmulo Diniz é o de apropriação indébita. Ele teria ficado com o dinheiro apreendido pela polícia. A investigação está em curso. Mas a coisa está tão esquisita, que nem na polícia se pode confiar.

Prática recorrente

Segundo fonte da coluna, é prática recorrente entre alguns delegados e escrivães pegar emprestado o dinheiro apreendido em operações. O problema é quando quem contraiu o empréstimo não tem o recuso para repor. Já aconteceram situações semelhantes.

Olhos verdes

Ocupando a cadeira de governador, Wherles Rocha foi à Aleac tentar acalmar os ânimos dos deputados, após os vetos de Gladson Cameli. Se houver recuou dos parlamentares, não será pelos olhos verdes do tucanos.

Liberdade ou omissão

A verdade é que, se aceitar passivamente os vetos à LDO, é melhor o parlamento fechar as portas. Ficará desmoralizado. Tudo o que foi feito teve o aval do próprio governador.

Pré-sal

O principal motivo para Gladson Cameli vetar os artigos da LDO foi a partilha dos recursos do pré-sal. São mais de R$ 22 bilhões para dividir entre os estados e municípios. Os demais poderes têm direito a uma boa parte da grana.

Morte com tornozeleira

Incrível a quantidade de detentos portanto tornozeleira eletrônicas executados desde o início do ano. Parece até que os executores sabem onde as vítimas podem ser localizadas.

Dias sombrios

Dias muito sombrios ainda podem vir. Com a popularidade em queda livre, Jair Bolsonaro pode se apoiar nos militares para dar um golpe. As bases estão sendo montadas. É preciso defender e lutar a democracia.

Senha de Carluxo

A senha do golpe foi dada pelo filho 02. Carlos Bolsonaro escreveu, com todas as letras, que o pai não teria como fazer as “transformações” por vias democráticas.

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