Empresa “chinesa” que comprou a ZPE é 100% acreana e tem capital social de R$ 5 milhões

Criou-se o mito de que todo produto chinês é falsificado, embora a China esteja presente em todos os países industrializados.

Até no caríssimo Iphone há componentes do país oriental.

Semana passada, o governo anunciou a venda da área da Zona de Processamento de Exportação (ZPE), no município de Senador Guiomard, para um, supostamente, importante grupo Chinês.

Trata-se de conversa para chinês ou inglês ver.

A suposta empresa chinesa é 100% acreana.

Está instalada na Rua Marechal Deodoro, em Rio Branco, com uma filial em Porto Velho (RO).

A China Haiyng do Brasil foi criada em maio do ano passado, tendo como principal atividade o despacho aduaneiro.

Essa empresa, cujo capital social declarado é de R$ 5 milhões, estranhamente adquiriu um bem de R$ 25 milhões.

O negócio da China que o governo Gladson Cameli mergulhou pode revelar esquemas não declarados. A compradora, segundo fontes, vem acompanhada de um laranjal.

Oficialmente, a China Haiyng tem entre os seus sócio o ex-auxiliar administrativo de um empresa de eletrônicos na Zona Franca de Manaus chamado Eric Chhai (foto).

O sócio, no entanto, seria o testa de ferro do seu tio Marcos Chhai (foto), um cujo nome verdadeiro é Chhai Kwo Chheng.

Naturalizado brasileiro, Chhai Kwo Chheng tem uma vasta folha corrida. Foi preso em Roraima, em 2014, sob a acusação desviar recursos previdenciário. Veja aqui.

Em 1998, foi acusado de fraudar licitação, justamente por está envolvido numa fracassada tentativa de criação de um pólo industrial em Rosário (MA). Veja aqui.

No Acre, a empresa tem como representante o contador José Mauricio Prado.

É bom os órgãos de controle abrirem os olhos para esse negócio da China.

A ZPE tem um área de 130 hectares, na BR-317.

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