Em início de gestão, Bocalom desaparece em tempos de enchente e atrasa salário de trabalhadores

Por Fábio Pontes

Geralmente todo começo de uma nova gestão (prefeitura ou governo) vive uma lua-de-mel com os cidadãos. Quando se sai bem votado nas urnas, então, esse “só love” é ainda maior. Foi o caso do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, do PP de Gladson Cameli.


Contudo, em menos de 100 dias já tem apanhado muito e sido motivo de muita queixa da população.


Desapareceu na enchentes dos igarapés e continua sumido com a do rio Acre.

Trabalhadores que dão o seu melhor na limpeza e manutenção da cidade estão com os salários de dezembro atrasado, e cruzaram os braços.


As ruas estão cheias de buracos, a lama da enchente ainda está no asfalto e o matagal invade os canteiros.


Enquanto isso, Bocalom está por Brasília, diz ele, em busca de recursos e tirando foto com seu padrinho político, o senador Sérgio Petecão (PSD).

Na falta de um prefeito eficiente, tem cabido a Gladson Cameli fazer as vezes de prefeito da capital abandonada.

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