Edvaldo Magalhães lembra Golpe de 1964 e deposição de José Augusto de Araújo

Assessoria

Neste 31 de março, que marca o golpe de 1964 no Brasil, o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) destacou as decisões dos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica em não se submeterem à vontade do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido), de querer partidarizar as Forças Armadas.

“Nós estamos vivendo um momento perigoso. Ontem e hoje, assistimos todos, as tentativas do presidente da República de enquadrar, de intimidar, de constranger as Forças Armadas. A substituição do ministro da Defesa, a demissão dos três chefes das Forças, um ato que revolta a própria instituição militar, que não se submeteram a virarem instrumentos políticos ou milícias organizadas de um presidente transloucado, mas se manterem cumpridores da Constituição e zeladores da institucionalidade que é as Forças Armadas”.

Edvaldo Magalhães pontuou que o Golpe de 1964, que instalou a Ditadura Militar no País, é uma data que jamais pode ser esquecida para que não volte a acontecer.
“A data de hoje não pode e nunca deve ser esquecida, precisa ser lembrada justamente para não se esquecer nunca. Para àqueles que se animam em celebrar, é preciso lembrar para não esquecer que este País sofreu um golpe sim, nunca foi revolução, nunca foi movimento de pacificação, foi um golpe militar, com apoiamento civil”, lembrou.

O deputado do PCdoB lembrou a deposição do governador acreano José Augusto de Araújo e a cassação dos mandatos de cinco parlamentares estaduais. José Akel Fares, Gerardo Farias, Benjamim Ruela, Eloy Abud e Darcy Fontenelle foram cassados pelo Regime.

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