Edvaldo Magalhães diz que crise entre Gladson e Rocha foi aprofundada com devolução de sargentos

Assessoria

O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) usou o tempo regimental para comentar a devolução aos quadros da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Acre, quatro sargentos que prestavam serviços junto ao governo do Estado. Todos são ligados ao vice-governador Major Rocha (PSL). Edvaldo disse que as devoluções feitas hoje, o que ele chamou de “sargentaço”, ratifica a crise instalada no Palácio Rio Branco.

“O governador hoje usou a caneta azul para um sargentaço. Ele devolveu quatro sargentos numa única canetada. Partes desses sargentos integram a associação de praças da organização tanto dos bombeiros militares quanto da Polícia Militar do Acre. São 4 vítimas da entrevista do vice-governador de segunda-feira, pós-páscoa. Essa fogueira está acesa e o óleo está fervendo e essa crise só se eleva no seu patamar. Faço esse registro porque acho importante pelos debates que virão nesta Casa”, disse Magalhães.

O parlamentar deixou registrado também que os que defendiam a saída do PT do poder, hoje dão demonstrações de improbidade. É o caso do ex-secretário de Educação, Márcio Mourão. Ele foi indiciado na operação que investiga a compra de computadores pela Secretaria de Estado de Educação.

Edvaldo Magalhães divulgou uma foto em que aparecem Márcio Mourão e Joabe Lira, o último secretário Municipal de Zeladoria de Rio Branco. Joabe foi citado pela imprensa acreana com um dos mandantes do ataque aos garis no mês passado, quando os trabalhadores reivindicavam o pagamento de salários atrasados. Os dois seguram um cartaz dizendo: ‘PT nunca mais’. Agora, Lira é acusado de fura a fila da vacina. Ele é policial penal, mas não atua no sistema prisional, após ser nomeado secretário.

“O ex-secretário de Educação hoje foi indiciado como o principal responsável da compra irregulares dos computadores na Educação. O outro rapaz o Joabe, é aquele que chamou a polícia “para acalmar os ânimos dos garis”, chamou a polícia para dar um cobro. Ele consta numa lista de profissionais que vão tomar a vacina anticovid. Doido para furar fila da vacinação. Ele trabalha na Zeladoria. Não tem nenhum gari, nenhum roçador na fila da vacinação e ele quer tomar a vacina, embora não trabalhe mais no presídio”.

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