Desemprego no Acre bate recorde no governo de Gladson Cameli e chega 16,8%

Com a economia estagnada, sem ação do governo do Estado no campo e cidade, o desemprego no Acre atinge o percentual nunca antes visto.

Segundo  Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) do IBGE, o nível de pessoas desempregadas nos três primeiros meses deste ano alcançou a taxa de 16,8%, o que equivalente a mais de 60 mil pessoas desempregadas.

A taxa anterior era de 15,5%, tendo um acréscimo de 1,3%, que é quase o dobro do percentual nacional.

Além dos desempregados formais, há outras 171 mil pessoas consideradas desalentadas, que são aquelas `chamadas as pessoas desalentadas, que pararam de procurar emprego, subocupadas, que são as que trabalham menos de 40 horas semanais ou as que poderiam estar ocupadas, mas não trabalham por outros motivos.

O alto índice de desempregados e desalentados ocorre, em parte pela pandemia da Covid-19, mas, em grande parcela pela falta de iniciativa do governo estadual, que praticamente paralisou obras e, as poucas que existem, comumente são destinadas à empresas do outros estados, com prioridade para o Amazonas.

No Brasil, já são quase 15 milhões de desempregados.

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