Contratação vira sonho para o governo e pesadelo para os concursados

Fantasiado com boné de marinheiro, às margens do Rio Juruá, o rapaz foi incisivo ao falar sobre a situação dos concursados da Polícia Militar:

“Se tiver que acabar com 100% dos cargos comissionados, eu vou acabar e chamar quem fez concurso público”. (Veja o vídeo).

Passado o processo eleitoral, já na transição, veio o pedido ao governo anterior para não ser feito o chamamento.

Agora, a situação mudou de vez.

O governo, abertamente, fez a opção de preterir os concursados para convocar os militares que estão não reserva.

É mais rápido e mais barato.

Major que acumula os salários de vice-governador com o de militar, chegando a mais de R$ 50 mil, por mês, e parceiro de chapa do rapaz confirmou o que o portal diz:
“Nós já temos isso em alguns órgãos e queremos expandir. Outros estados, como o Ceará, fizeram isso. Policiais que aposentaram em pleno vigor físico e que podem e querem contribuir. O que precisamos ter é uma remuneração, uma gratificação para que eles possam vir e estamos criando já nesse pacote.”

Sobre os concursados, ele disse que tudo está no campo dos sonhos.

“uma coisa que o governador sonha é a contratação dos policiais e nós sonhamos com ele”.

Como não fez a contratação dos concursados, o rapaz não economizou na caneta que nomeia.

As nomeações já chegaram a 1.000. Dentre elas parentes do rapaz e do seu vice.

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