Com três semanas de atraso, o governador descobriu que o problema é manter supermercados fechados

Embora seja latente e aparente, a incompetência do governo Gladson Cameli não deixa de surpreender.

Ele volta a causar surpresa mais uma vez, nas tentativa cega para frear o aumento dos casos de Covid-19 no Acre.

Durante três fins de semana, Gladson inventou um lockdown meia-boca, que não resolveu nada.

Em alguns casos, em vez de diminuir, aumentou as aglomerações.

Esse é o caso do fechamentos do supermercados.

Inexplicavelmente, o governo levou três fins de semana que supermercados abertos não aglomeram. O que causou aglomerações foi exatamente o inverso.

As ultimas sexta-feiras foram marcadas por filas gigantescas nas portas dos estabelecimentos, com pessoas amontoadas, o que criava o cenário perfeito para a proliferação do vírus.

Felizmente, o bom senso fez morada na turma que toma as decisões.

A partir deste fim de semana, os supermercados deixaram de cerrar as suas portas.

Mas o governo vai por outras medidas que parecem ineficazes e que poderá acarretarão prejuízos a outros segmentos.

Decreto Nº 8.594 amplia o Toque de Restrição à circulação de pessoas nos fins de semana, feriados e pontos facultativos, que será agora das 19 às 5 horas. Nos outros dias da semana, segue valendo o horário já estabelecido das 22 às 5 horas. 

Todas as outras medidas de contenção a circulação de pessoas para evitar a propagação da pandemia de Covid-19 seguem mantidas, incluindo o funcionamento de quase todos os setores econômicos durante os dias da semana com a capacidade máxima de 20% em Bandeira Vermelha, além da adoção obrigatória de medidas sanitárias, como o uso de máscaras e outros equipamentos de proteção e higiene.

Os finais de semana seguem com as medidas mais rígidas de contenção, onde ficam impedidos de abrir para atendimento ao público todo o comércio não essencial, além de restaurantes, lanchonetes e similares, onde o atendimento deverá ser apenas por delivery. Para esses estabelecimentos, segue proibido qualquer tipo de atendimento presencial ao público, inclusive na modalidade drive thru. Também está vedada a aglomeração de pessoas em espaços públicos e privados destinados à recreação e ao lazer.

Quanto aos templos religiosos, o Estado segue a decisão monocrática do Supremo Tribunal Federal (STF) no último fim de semana que permite a abertura desses locais com 25% da capacidade e adoção de medidas sanitárias.

Com parte do texto extraído da Agência de Notícias do Governo

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