Com aparentes irregularidades no julgamento técnico, licitação da mídia do governo pode ser pauta na Justiça

Esta semana, a secretária de Comunicação do Estado, Silvânia Pinheiro, publicou no Diário Oficial do Estado as notas técnicas das empresas que concorrem ao processo de licitação para a mídia do governo.

Sem maiores surpresas, haja vista que vivemos tempos de “amazonização”do Acre, as primeiras colocadas têm sede em Manaus, capital do Amazonas.

Trata-se de uma concorrência com o custo anual de R$ 5,9 milhões, podendo ser aditivado em até 25%.

O curso normal do processo, porém, parece que terá muitas curvas.

Vários concorrentes anunciaram que irão recorrer, haja vista que a subcomissão que analisou a parte técnica pode ter cometido muitos deslizes.

Num desses deslizes, segundo um concorrente, um dos primeiros colocados enviou a proposta como se fosse para a prefeitura de Manaus.

Um dos participantes, cuja empresa tem sede em Brasília, chegou a desabafar: “Como essa empresa está em primeiro lugar? Estou com vergonha de ter vindo ao Acre”.

Antes de serem abertos os envelopes de preço, certamente haverá diversos recursos, pois os erros nas avaliações técnicas são gritantes.

“Eu li as notas e algumas propostas, incluindo a da empresa que está em primeiro lugar. É inacreditável que tenham feito essa classificação”, comentou uma fonte.

Pelo andar da carruagem, os empresários da mídia terão que esperar um pouco mais, as demissões serão a pauta dos próximos dias.

O governo, por meio do Detran, publicou edital para concorrência semelhante. A abertura está marcada para o dia 27 de agosto.

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