Assessor do vice recebe diária para acompanhar o chefe a Brasília; o problema é que o major estava no Acre no período da viagem

Está sendo uma festa a concessão de diária no governo de Cameli.

Semana passada, o Portal do Rosas publicou levantamento constatando que, somente no mês de março, o chefe do Gabinete Militar, Amarildo Carmargo, recebeu quase R$ 14 mil em diárias.

Dessa vez, numa consulta ao Portal da Transparência depois de denúncia recebida, há indícios de que o pagamento foi feito indevidamente a um dos principais assessores do major vice.

Foram concedidas quatro diárias e meias ao policial Robelson Nunes Dias, para, no período de 6 a 10 deste mês, participar de agenda oficial do vice-governador.

Ele recebeu o valor de R$ 2.718,00.

Em tese, não há nada de errado.

Afinal, é normal assessor acompanhar o chefe.

O problema é que o chefe não foi à Capital da República no período que Nunes Dias disse ter lhe acompanhado a Brasília.

No dia 8, por exemplo, o major estava em Plácido de Castro, como um chaveirinho de Cameli.

No dia 10, estava com rapaz anunciando as “realizações” dos 100 dias de governo.

Um corpo não pode ocupar dois espaços ao mesmo tempo. É lei básica da física.

Há quem jurem ter visto Robelson Nunes Dias pelo comércio de Goiânia.

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