Após mandar governador trabalhar e fazer críticas duras ao vice-governador, N. Lima é recebido com festa por Gladson Cameli no PP

A política é o mundo do imponderável. Adversários ontem podem torna-se aliados hoje com a mesma facilidade que se troca de camisa.

Matreiro, o ex-presidente Getúlio Vargas ensinou que no campo político não se deve ter inimigo que não possa virar inimigo, nem inimigo que não possa virar amigo.

Embora dificilmente os personagens tenham se dado ao trabalho de ler a excelente trilogia sobre a vida do “pai dos pobres”, escrita por Lira Neto, foi o que deve ter acontecido com o governador Gladson Cameli e o vereador N. Lima.

Não faz muito tempo, o truculento parlamentar usou os microfones da Câmara de Vereadores de Rio Branco para vociferar: “Então sente na cadeira governador, para nos dar uma resposta. Já está com nove meses de governo e vossa excelência precisa dar uma resposta”.

N. Lima falava sobre Segurança Pública. Criticava a omissão e as sucessivas viagens de Cameli, que não costuma passar muito tempo no Acre.

Até onde se sabe, o governador ainda continua sem tomar o devido assento na cadeira para qual foi eleito pela maioria da população acreana.

O Acre continua à deriva no mar de incertezas e falta de projetos capazes de abri-lo para o desenvolvimento, como fora prometido em campanha.

O vereador que ingressou no PP de Cameli também é militar reformado. Tem sido um crítico feroz do vice-governador Wherles Rocha, vendido como especialista na área. 

Muitos foram os ataques de N. Lima a Rocha. 

“Dentro da corporação o que foi mesmo que o vice-governador fez? O que, senhores? Ele nunca foi pra rua. Nunca tirou um policiamento na rua. Foi pra Sena Madureira para comandar um pequeno pelotão”, afirmou N. Lima.

Os governistas continuam sendo oposição.

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