Apoiadores de Gladson e Rocha, policial penais dizem que governo do Estado virou as costas para a categoria

Nas eleições de 2018, a maioria dos Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen) acreditou na propostas de mudança, votou e apoiou a chapa de Gladson Cameli e Wherles Rocha.

Não demorou muito para perceberem que o real e a fantasia se separam no final.

Em menos de dois anos, a categoria diz que o governo que ajudou a eleger virou as contas para as suas reivindicações.

Em nota, o presidente da Associação do Polícias Penais diz: “A Polícia Penal do Acre pede socorro. Os policiais penais do Acre e suas famílias clamam pelo olhar sensível da Administração Pública”.

Veja a nota

OS POLÍCIA PENAL

A Associação dos Servidores do Sistema Penitenciário do Acre (Asspen) vem a público repudiar os reiterados atos de descaso da direção do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen), bem como do Governo do Estado do Acre com a categoria policial penal.

O Iapen “vende” uma imagem ao público externo de valorização da instituição e dos servidores em geral, no entanto, não é o que acontece na prática.

O banco de horas é diminuído e o efetivo reduzido a cada dia, com equipes de no máximo 7 policiais penais para cuidar de vários prédios. As guaritas estão desativadas e em péssimas condições de trabalho.

O Governo do Estado virou as costas para os policiais penais do Acre, ignorando a aprovação da nossa Lei Orgânica, engavetada há meses, além de pautas de primeira ordem para a categoria, como o soldão e os prêmios de valorização atrasados.

O Governo do Estado e a direção Iapen vivem de promessas, mas promessas não pagam contas, tampouco colocam comida à mesa das milhares de famílias de policiais penais acreanos.

A Polícia Penal do Acre trabalha todos os dias em situação de risco, além daqueles inerentes à profissão, temos os provocados pela má gestão, como falta de EPI e protocolos de segurança, em virtude da pandemia de Covid-19.

O sentimento refletido nesta nota, é o pesar dos nossos associados, que vivem com o desprazer de serem preteridos por um governo que ajudamos a eleger.

A Polícia Penal do Acre pede socorro. Os policiais penais do Acre e suas famílias clamam pelo olhar sensível da Administração Pública.

A Asspen, no exercício do seu dever precípuo de representação, não se furtará do combate, pois uma gestão só é boa, quando atinge a todos.

Menos redes sociais, menos mídias, mais trabalho, mais valorização!

Eden Alves Azevedo
Presidente da Asspen

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