Alvo do MPAC, obra da estrada Irineu Serra apresenta falhas graves

O diretor-presidente do Deracre, Petrônio Antunes, terá muito que explicar sobre a pavimentação da estrada Irineu Serra. O prazo concedido pelo Ministério Público Estadual (MPAC) para serem oferecidas as devidas explicações se encerra hoje.


As obras foram iniciadas sem o devido processo legal, desconsiderando a necessidade da elaboração de projeto, sem externar publicamente os seus custos.


Com menos de 60 dias da entrega, a estrada apresenta recalque no subleito, provavelmente por percolação de água lateral na pista. Isso ocorre por falta de terraplenagem adequada, inexistência de drenagem lateral e profunda, o que faz aparecer os chamados “borrachudos”.

Após receber denúncia, em julho deste ano, a procuradora-geral do MPASC, Katia Rejane, assinou um despacho, encaminhando à Promotoria de Defesa do Patrimônio Público para conhecimento e adoção das medidas que entender cabiveis.

A denúncia afirma que os indícios de irregularidades na obra de pavimentação da estrada Irineu Serra incluem a falta de levantamento topográfico, projetos drenagem, terraplenagem, pavimentação e proteção ambiental.

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