Alan Rick foi o único do Acre a não votar na MP do Coaf; deputado disse estar na Embaixada de Israel, a menos sete quilômetros do Congresso

Existe desculpa que é melhor não ser dada.

Tentando justificar a ausência na votação que tirou o Coaf do Ministério da Justiça para ficar sob a responsabilidade do Ministério da Justiça, o deputado Alan Rick (DEM) deu uma desculpa dessa.

Disse que não se fez presente na Câmara dos Deputados parque estava com compromisso na Embaixada de Israel.

E disse mais: “Infelizmente, se coloca para votar a matéria à noite e quando temos um compromisso importante como esse na Embaixada de Israel, ficamos à mercê de perder alguma votação”.

Mas que compromisso tão importante era esse para a sociedade brasileira?

A votação sobre o destino do Coaf era extremamente importante para o governo, para o presidente Jair Bolsonaro e o ministro Sérgio Moro.

O não comparecimento de Alan Rick deve ter outra explicação. O deputado pode estar vivendo a sua Faixa de Gaza particular.

No início do ano o nome dele apareceu como um dos parlamentares que possivelmente teria usado candidatos laranjas para se eleger. As investigações continuam.

Rick tem declarado reiteradas vezes apoio a Bolsonaro, de quem mereceu rasgados elogios em rede nacional.

Lealdade se paga com lealdade em dobro. Certamente nem Bolsonaro nem

Moro irão aceitar a desculpa.

O histórico político do deputado acreano não rima com ser leal a aliados. Deixou pegadas de pouca lealdade por onde passou.

A Embaixada de Israel fica a 6,3 quilômetros do Congresso Nacional.

Com o trânsito ruim, o percurso é feito em 11 minutos.

Dava para Alan Rick ter ido votar.

E disse

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