Acre pode sofrer com falta de cilindros de oxigênio; rede particular anuncia que não tem vaga

A informação está sendo mantida em sigilo.

Hoje haveria uma reunião no Ministério Público Estadual para debater o gravíssimo assunto, mas foi cancelada.

O assunto gravíssimo é a falta de oxigênio nas unidades de saúde no Acre.

O que está mantendo são as usinas de oxigênio que começaram a ser instaladas nos governos petistas de Jorge é Tião Viana, bem como de Binho Marques.

Cilindros de oxigênio que viriam para o Acre foram parar em Manaus.

Na rede pública o caos está instalada e pode piorar.

Na rede privada a situação é ainda pior.

A direção da Prontoclinica emitiu nota dizendo, dentre outras coisas, que está operando na capacidade máxima de atendimento, principalmente no tocante à oferta de oxigênio.

A Unimed segue o tom da Prontoclinica.

Segundo a direção, a unidade está operando na capacidade máxima de atendimento. E serão atendidos apenas os pacientes com plano de saúde.

O governo parece atônito com a pandemia da Covid-19, em combinação com a epidemia de dengue.

O Acre registou, nesta quarta-feira, 302 casos de infecção por coronavírus, sendo 225 confirmados por exames de RT-PCR e 77 por testes rápidos.

O número de infectados saltou de 53.590 para 53.892 nas últimas 24 horas.

Também foram registrado oito óbitos. O Acre se aproxima de mil mortes.

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