Acre, o estado cujo governador disse que iria comprar um milhão de doses, foi o que menos vacinou

Uma vergonha.

É assim que pode ser classificada a vacinação contra Covid-19 no Acre.

Recebidas com festa, politicagem e esperança, a vacina vem trazendo muita frustração.

Passado quase um mês do início da vacinação no país, o Acre foi o estado que, proporcionalmente, foi o estado que menos vacinou.

Até a manhã de hoje, apenas 0,65% da população acreana havia sido vacinada.

Nao era para ser assim, pelo menos se as coisas tivessem funcionado conforme o discurso oficial.

Dando a rompantes, o governador Gladson Cameli anunciou que tinha R$ 113 milhões para comprar vacinas.

O dinheiro pode até existir.

O problema é que falta onde comprar.

No mundo não há vacina para todo mundo.

E o governador sabia disso. Jogou para a plateia.

Insatisfeito com o uso politico de algo tão importante, Cameli foi a São Paulo dizendo que tentaria comprar um milhão de doses da vacina.

Na capital paulista ouviu do governador João Dória que as vacinas serão distribuídas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Abalroado pela evidências e o avanço do vírus, o governado percebeu que a melhor vacina é a prevenção. Decidiu fechar tudo, mas parece ser tarde.

Em meio à série de desacertos fica a população, cheia de incertezas e medos, principalmente os idosos.

De forma equivocada, a prefeitura de Rio Branco fez a opção de vacina os idosos que estejam acamados.

Ora, está claro que o prefeito Tião Bocalom é um negacionista convicto, embora já tenha sido acometido pelo coronavírus.

Autoridade municipal chegou a declarar que a dengue, que também é grave, mata mais do que a Covid-19.

Os idosos estão entre os grupos prioritários.

Por falta de eficiência dos governantes, essas pessoas acima de 80 anos estão perdendo um tempo que não t

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