Jovem eu era atleta.

Gostava de futebol.

Confesso que relaxei muitos anos.

Muita cerveja, pouca atividade física durante décadas.

Veio artrose.

Aumentou o ácido úrico.

Andar era uma dificuldade.

Correr coisa impossível.

Anti-inflamatório presença constante na vida.

Apareceu uma certa Charlene Brilhante na minha vida. Ela mudou a vida.

Mudanças de hábitos também.

Bebida alcóolica passou a ser na frequência menor.

As dores da artrose e as crises do ácido úrico também.

Há três anos e meio, o amigo Mauro Ribeiro chamou para encarar 21 quilômetros.

Era ideia do Jorge Viana.

Aceitei sem saber o tamanho da missão.

Consegui.

A Charlene estava comigo.

Tivemos até febre.

Desde então, continuamos firmes.

Hoje completei mais uma meia maratona.

Foi difícil, como parecia difícil mudar os hábitos.

Correr se tornou paixão, obrigação, vício do bem.

Fico sempre com a frase de Martin Luther King: “Se não puder voar, corra. Se não puder correr, ande. Se não puder andar, rasteje, mas continue em frente de qualquer jeito”.

As fotografias são de jovem craque das imagens chamado Jardy Lopes.

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