A data fatídica será dia 10 de abril.

Será quando o governador do rapaz e do seu vice major completará 100 dias.

Os famosos 100 dias são simbólicos. É quando, comumente, acaba a paciência. Termina a lua-de-mel.

Como não pode ser demitido, Cameli tem a arma da caneta para demitir. E pressiona.

Sentindo-se pressionados, os secretários pressionam quem está no andar de baixo.

Quem está embaixo fica como cachorro que cai de caminhão de mudança.

Para fazer algo, os liderados precisam de um líder que líderes.

Falta liderança.

O governo do rapaz é dividido. Tem a parte dele e parte do major.

Outras partes são dos aliados com mandatos.

Em 100 dias, Cameli caminha para apresentar o vazio como grande feito.

O governo vive um deserto de ideias e projetos.

Passados 100 dias, o discurso de culpar a administração passada caducou.

Até agora o que a população vê é caos na Saúde, Segurança vivendo uma crise interna sem precedentes é uma bagunça na Educação.

Sem contar as nomeações sem critérios e quase sempre beneficiando parentes.

A correria é grande.

Os resultados são poucos.

Cameli deve apresentar uma reforma da reforma.

Vem mais cargos por aí.

É possível que demissões também.