Para fazer cirurgia, pacientes compram remédios na Bolívia; Bestene defende terceirização do Hospital de Brasileia

Essa semana o tio do secretário de saúde, Alysson Bestene, o deputado José Bestene, defendeu que o processo de terceirização comece pelo Alto Acre, a priori, o Hospital Geral de Brasileia Wildy Viana.

Nessas coincidências que parecem proposital, chegou informações de que o centro cirúrgico do hospital – referência da região – não tem material para realização dos procedimentos, sendo necessário que as famílias dos pacientes comprem o material na Bolívia.

Na clínica e na observação não tem ar condicionado, se ligar, desliga toda a energia do hospital. As tomadas são 220v, onde o calor impera.

Tudo está muito estranho. O que ocorre no de Brasileia se estende para as demais unidades geridas pelo governista do Estado.

Parece haver uma estratégia em curso para justificar a terceirização das unidades de saúde pública.

Enquanto o plano segue seu curso a população sofre sem o mínimo do atendimento.

Nas ruas já é fácil escutar o arrependimento pelo ‘novo’, pois como diz a música, aqui no Acre “o novo já nasce velho”.

Caminhamos para sermos cópia mal acabada de outros estados da região Norte, haja vista que, no último dia 17, empresários do Amazonas desembarcaram no estado para visitar unidade que o estado quer terceirizar. veja aqui

Hugo Costa

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