Gladson Cameli vira as costas para servidor da Saúde, mas vai gastar mais de R$ 6 milhões com auxílio emergencial para a Segurança, durante três meses

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Projeto de Lei chegou à Aleac e será votado em sessão extraordinária

Orientada pelo Palácio Rio Branco, a bancada de apoio do governo na Assembleia Legislativa (Aleac) vetou a proposta de pagar insalubridade a todos os servidores da Saúde estadual durante o período de pandemia do novo coronavírus.

A recusa do governo levou o PC do B a ingressar com mandado de segurança na Justiça. A decisão está nas mãos do desembargador Écio Sabo.

Mas, se foi padrasto com quem trabalha na Saúde, se expondo a todos os tipos de riscos, Gladson Cameli é uma paizão para a turma da segurança, base eleitoral do seu vice-governador Wherles Rocha.

No início da tarde, os deputados foram convocados pelo presidente da Aleac para uma sessão extraordinária.

Os deputados irão se reunir para debater, e aprovar, o Projeto de Lei que cria o Auxílio Temporário de Emergência em Saúde (ATS) destinado aos agentes da área da segurança pública, a fim de suprir os gastos excepcionais e emergenciais decorrentes da exposição excessiva aos efeitos da pandemia causada pelo novo coronavírus.

O auxílio terá o valor de R$ 420, com impacto mensal aproximado de R$ 2 milhões, com a efetiva contemplação de mais de 4.500 servidores da área da segurança.

Por ter natureza excepcional, precária e temporária, o auxílio se extinguirá após 90 dias após a publicação da lei, tendo a possibilidade de que este prazo seja prorrogado durante o período que perdurar o reconhecimento do estado de calamidade pública no âmbito do Estado, desde que haja disponibilidade financeira e orçamentária

Leonildo Rosas

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