Edvaldo Magalhães defende plano emergencial de socorro ao comércio e ao setor de serviços por conta da pandemia

Edvaldo Magalhães defende plano emergencial de socorro ao comércio e ao setor de serviços por conta da pandemia

Assessoria

O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) voltou a cobrar do governo do Estado uma política voltada para atender os comerciantes acreanos afetados diretamente pela pandemia do novo coronavírus.

Ele mencionou que já se passou mais de um mês e até o momento a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) e a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) não enviaram à Assembleia Legislativa um plano com medidas tributárias e fiscais de socorro ao setor.

“Já se passaram mais de um mês e nenhuma proposta até o momento foi apresentada pelo governo do estado para o comércio e o setor de serviços. Todos sabemos da crise fiscal que o Brasil está vivendo e consequentemente o estado do Acre está vivendo. A maior geradora de empregos, fora o setor público, é o comércio e prestadores de serviços.”, pontua o parlamentar acreano.

Edvaldo Magalhães mencionou que as duas pastas do governo não podem ser apenas ‘guardadoras de livros’, ou seja: apenas notificar os comerciantes, mas sim estimular a livre iniciativa, fomentando o comércio e incentivando os empresários a investir cada dia mais, gerando empregos.

O deputado do PCdoB acrescentou que havia um planejamento em março por parte dos comerciantes e prestadores de serviços, mas foram surpreendidos com a chegada do coronavírus, sendo que estes tiveram que fechar as portas.

“Foi justamente neste momento de retomada da atividade que nós tivemos a decretação da calamidade. Portanto, todo um setor que estava programado teve que fechar as portas no enfrentamento à Covid-19. De lá para cá, o setor amargou prejuízos, as contas acumularam. Tiveram que amargar uma péssima notícia, o Fisco Estadual não atrasou um dia a notificação, e a inadimplência afetou todo o setor. A minha fala é fazer um apelo ao governo, à Secretaria de Fazenda e de Planejamento. A postura do setor de planejamento e do setor fazendário é de fomentador e incentivador da atividade econômica”, salientou.

Leonildo Rosas

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