Coronel nomeado por Gladson  como adjunto na SEE já teve atrito com delegado que investiga a “Máfia da Merenda

Coronel nomeado por Gladson como adjunto na SEE já teve atrito com delegado que investiga a “Máfia da Merenda

O coronel da reserva da Polícia Militar Francisco Márcio Alves do Amor Divino, nomeado pelo governador Gladson Cameli para o posto de secretário adjunto na Secretaria de Estado de Educação, já teve conflito, com trocas de acusações verbais, com o delegado Alcino Júnior, responsável pelas investigações da chamada “Máfia da Merenda”.

O entrevero entre ambos aconteceu em março de 2014, quando Amor Divino foi acusado de comandar a invasão de uma delegacia para resgatar o policial militar James Wendell da Silva, que fora preso numa operação de trânsito.

Sob o comando do atual secretário, 50 policiais invadiram a delegacia.

“A nossa atitude de forma genérica, colocando para os senhores, foi embasada no estado democrático de direito. Tudo em função da ação de um delegado inconsequente, uma atitude infantil”, explicou, à época,  o coronel, que comandava Companhia de Trânsito.

O delegado Leonardo Santa Bárbara contou outra versão. Segundo ele, o PM se negou a assinar o boletim de ocorrência.

“Entendi que ele incorreu em crime de falso testemunho, diante da presença de um escrivão e de outro policial que acompanhava a situação é que ele estava preso. E dei voz de prisão”, disse.

Na época, Alcino Júnior estava como presidente da Associação dos Delegados do Acre e declarou: “Um exemplo de corporativismo maléfico dentro da segurança pública. Infelizmente, isso gera uma crise, a gente não pode esconder”, afirma o delegado Alcino Júnior.

Passados seis anos, o delegado e o coronel se reencontram.

Espera-se que seja para trabalhar do mesmo lado.

Leonildo Rosas

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