VÍDEO: No jogo da baixaria que tomou conta da política, Gladson Cameli é o alvo mais recente de fake news pesada.

VÍDEO: No jogo da baixaria que tomou conta da política, Gladson Cameli é o alvo mais recente de fake news pesada.

Pouco ou nada adiantou criar lei prevendo que fake news é crime.

Valeu menos ainda a Justiça Eleitoral dizer que irá punir a quem propagar as noticias falsas.

Nesse primeiro mês de campanha, o que mais está havendo é a publicaçao de fake news.

Não estão poupando nem as famílias.

Nem as mães.

Lamentavelmente, não se tem notícias de que uma única pessoa tenha sido identifica ou penalizada.

E parece que isso não acontecerá.

No período de pré-campanha, o juiz Giordane Dourado foi a público dizer que não toleraria o uso de fake news.

Fez várias publicações e concedeu entrevistas versando sobre o pantanoso tema.

Quis o destino que o próprio magistrado fosse afastado preventivamente da Justiça Eleitoral exatamente pela propagação de notícia falsa.

Acho que o juiz sabe quem patrocinou os ataques à sua honra, colocando a sua seriedade em xeque.

Mas o fato é que colocaram a sua capacidade de julgar com imparcialidade à prova porque a sua esposa é assessora de um candidato a prefeito de Rio Branco.

Não tenho motivo para defender o juiz.

A minha relação com ele está longe de ser dourada.

Passei e passo privações pelo peso da sua caneta.

A diferença é que conheço o jogo e respeito o seu trabalho.

Por isso, posso dizer que não creio que ele seja capaz de comprometer a sua biografia julgando parcialmente.

O seu afastamento, de certa forma, foi um linchamento público sem justa causa.

Essa é a minha opinião.

No momento em que falo isso, inclusive, estou com a minha conta bloqueada por decisão de Giordane Dourado.

Como a única renda que tenho é o salário de servidor público federal, creio que conseguirei desbloquear.

Quem pediu o bloqueio foi o governador Gladson Cameli.

Falando em Gladson Cameli, ele é o alvo mais recente das notícias falsas.

Circula em grupos de whatsapp informação sobre um suposto caso extraconjungal do governador com uma bela arquiteta.

Os autores da notícia contam um enredo bem bolado, tipo de que constrói fake para desonrar.

A moça foi exonerada do cargo de diretora do Deracre há meses.

Há diversas versões para a exoneração.

Não irei falar nenhuma para não incorrer no erro de pré-julgamento.

É incontestável, porém, que esse tipo de atitude revela a baixeza que tomou conta da politica acreana nos últimos dois anos.

Estão indo ao subterrâneo para atacar adversários.

O pior é que sujeira parte de quem um dia foi aliado.

De quem ainda pode estar na estrutura do governo, usufruindo das benesses governamentais.

Quem tem o mínimo de bom senso e respeito ao próximo, não pode concordar com tamanha baixaria.

Semana passada envolveram a mãe do vice-governador Wherles Rocha.

Foram na sua casa fazer denúncias.

Agora, chegou a vez do governador.

Esse tipo de atitude não expõe apenas os personagens da politica.

Expõe os demais familiares, filhos, esposas, esposos e pais.

É covardia, que merece a devida apuração e punição.

O governador, por sua vez, não pode continuar alimentado pessoas que, claramente, estão agindo como se tivessem a sua autorização para atacar e destruir reputações.

Não há santos na história.

Todos pagam pelos seus pecados.

Realmente houve muita mudança na forma de fazer politica no Acre.

Em vinte anos de governo, o PT e os demais partidos da Frente Popular nunca protagonizaram tanta fedentina.

Havia divergências, mas essas divergências eram tratadas com o devido respeito no ambiente adequado.

Agora, a podridão do governo tomou conta das ruas, das redes sociais.

As redes sociais, em particular o Facebook e grupo de WhatsApp, são ambiente para alimentar ódio.

Quanto mais ódio exalado, mais curtidas e seguidores os autores dos ataques recebem.

Esse tipo de coisa funciona porque provocam fortes emoções, polêmicas, indignação e raiva.

Atualmente estou lendo um livro chamados “Os engenheiros do caos”, como as Fake News, as teorias da conspiração e os algoritmos estão snedo utilizados para disseminar ódio, medo e influenciar eleições”.

O livro é do escritor italiano Giuliano Da Empoli, e relata como as manipulações eleitorais se dão a partir do uso das novas ferramentas de comunicação.

É a leitura mais do que indicada para compreender o tempo em que vivemos.

Os manipuladores não estão preocupados com a politicas e os políticos, mas com a opinião pública.

E sabem manipular essa opinião pública com maestria.

A fake news sobre o suposto romance do governador tem todos os ingredientes para pegar, para vingar como verdade, mesmo que seja mentira.

Segundo um recente estudo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, uma falsa informação tem, em média, setenta por cento mais probabilidade de ser compartilhada na internet.

Isso porque, pasme, é geralmente mais original do que uma notícia verdadeira.

Ainda segundo os mesmos pesquisadores, nas redes sociais a verdade consome seis vezes mais tempo do que uma fake news para atingir mil e quinhentas pessoas.

Como disse certa vez Mark Twain, “uma mentira pode fazer a volta ao mundo no mesmo tempo em que a verdade calça os seus sapatos”.

Em tempo: o governador poderia perguntar aos seus seguranças de onde saiu um vídeo onde ele aparece no balanço dando um selinho na bela moça.

Eu temo que essa história não termine bem.

A tendência é que, depois do Dia dos Finados, a situação se acirre.

Há muita gente tentando sair vivo politicamente depois do dia 15 de novembro.

Quantas nova fake news serão criadas?

E quem serão as próximas vítimas?

Para muitos, estamos numa guerra.

Napoleão Bonaparte disse que: “A história é um conjunto de mentiras combinadas”.

A frase do francês continua atual.

Leonildo Rosas

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